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quarta-feira, 12 de junho de 2013

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Terreiro da Cerveja ?









Já foi o "Terreiro do Pão e Queijo"... presentemente, bem poderia chamar-se o Terreiro da Cerveja (e de outras coisas mais)... É disto que a estudantada mais precisa, de facto! De irreverência e copos e também de quem pague anos seguidos de reprovações e de vida airada... 
Como pretende a edilidade reabilitar a zona histórica como zona residencial?! Continuando a permitir que os bares funcionem fora de portas e, por isso, também, fora de horas? Continuando a privilegiar esta actividade, concedendo-lhes quase em exclusividade o uso da praça pública? E, os moradores, estacionam as viaturas onde? Nos parques distantes e a pagar?!... Será crime Viver no Centro Histórico?!...
É claro que, enquanto as noites forem um "Sempre em Festa" para alguns, é um inferno para outros, os que trabalham de dia e, por isso, têm que descansar de noite, mas não podem por causa do barulho ensurdecedor; os que, de manhã, quando se levantam estoirados de mais uma noite mal dormida, têm ainda que limpar a porcaria que lhes deixaram nas soleiras e providenciar a reparação de vandalismos vários contra a sua deles propriedade privada... Que diriam se, um dia destes, de cabeça cheia, um desses moradores tomasse também uma atitude deveras "irreverente"?... É que isto de irreverência e outras "qualidades" não são exclusivo da estudantada... o Terreiro é que talvez!... 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A FONTE DO FREIRE





Na R. José Estêvão, na Cidade Antiga, a Fonte do Frei, do Freire ou, como dizemos nós simplesmente, a Fonte Freire, de "cara lavada"...

Fonte Freire - Aguarela -1975- César Abbott

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A ubi qu idade





daqui, poderia ver-me à janela do sotão, noutros Natais...
Ah, se fôssemos deuses!

BOM ANO!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Para ver por dentro...






Quadrinha:

"ESTA CASA É PEQUENINA
CHEGA PARA MIM E PARA OS MEUS
E TEM DENTRO A ILUMINÁ-LA
A GRAÇA QUE VEM DE DEUS"

Pois!...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Atenção!






Circule sempre encostada/o à outra parede, não vá desprender-se algo e cair-lhe em cima...

sábado, 17 de dezembro de 2011

"Em terra de cegos...


... quem tem olho é rei"

mas também pode ser 

"Em terra de rei quem tem olho não é vassalo"

sábado, 26 de novembro de 2011

Cavaleiros Tauromáquicos

D.L.


D.P.
A recordar a alternativa dos irmãos Ataíde, da Casa do Terreiro, em Leiria, os cavaleiros tauromáquicos D. José e D. Luís, na Praça Monumental do Campo Pequeno no dia 22 de Junho de 1955

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O TERREIRO

O Terreiro ou Largo Cândido dos Reis, como foi depois baptizado, era um local central da cidade e, por isso, com imensa vida, onde não só habitavam várias famílias mas também se localizava algum comércio, o Grémio da Lavoura (no prédio onde hoje se situa a Biblioteca) e os serviços das Finanças, que ocupava o prédio que abaixo se vê e se encontra em ruína e creio ser pertença do Estado.




De há uns anos para cá, o Terreiro começou a despovoar-se e apenas ficaram por lá a residir algumas pessoas de idade que estoicamente suportam o barulho nocturno ocasionado pelos utentes dos bares, que lá se foram implantando e ocupando a via pública com esplanadas; para além do desassossego da noite, ganharam ainda, os residentes, a sujidade e outros vandalismos que esses bárbaros noctívagos deixam como marca das suas visitas aos bares do Terreiro, que, por isso, é também conhecido pelo Bairro Alto de Leiria...

Não bastava isto, eis que a Câmara entende ocupar metade do Terreiro com pilaretes (que se calhar estavam em saldo, sei lá!), impedindo e proibindo, deste modo, o estacionamento aos poucos teimosos que ainda lá vivem ou sobrevivem... Eu estou até convencida que este é um dos processos que a Câmara arranjou de afastar dali os resistentes e, provavelmente, a desertificação do local terá muito a ver, se não tudo a ver, com o abandono e consequente ruína dos prédios. É que, nos dias que correm, o automóvel já não é um luxo, mas um bem necessário, muitas vezes um instrumento de trabalho; e, não tendo garagem, a maior parte do edificado antigo, onde deverão os residentes estacionar os veículos?!...






Por este e outros motivos que todos bem conhecemos, assistimos triste e impotentemente à morte lenta deste espaço emblemático da cidade, onde prédios históricos estão cada ano mais degradados, provavelmente por desinteresse ou incapacidade dos proprietários de proceder à recuperação, 










a não ser que algum poderoso queira adquirir e recuperar outros prédios, para outros fins que não o habitacional, como aconteceu no caso que se ilustra