quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

COLLIPO

D.L.

"... Ocupando parte do território do lugar de Andreus, a Cidade de Collipo estender-se-ia pelas encostas viradas a Sul e a Oeste (Concelho da Batalha). De acordo com alguns historiadores, os Túrdulos teriam escolhido o Outeiro de São Sebastião do Freixo para fixar um grande povoado, devido às condições geo-estratégicas que o local apresentava. Este Outeiro, todavia, deveria ser já habitado, pois nas diversas escavações arqueológicas efectuadas foram encontrados alguns fragmentos de cerâmica pré-histórica. ..." (ler +)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Os Soares

D.L.

"Mário Soares nasceu num segundo andar de uma casa na rua Gomes Freire, em Lisboa, filho de um padre pecador, João Lopes Soares, e de Elisa Nobre, que era casada quando conheceu o republicano de porte distinto. Tanto João Lopes Soares como Elisa já tinham filhos quando se conheceram. Elisa era natural da aldeia de Pernes, concelho de Santarém, mas tinha aberto uma pensão em Lisboa. Os pais de Elisa eram agricultores. João Lopes Soares, da aldeia de Arrabal, Leiria, também tinha origens modestas. 
... A relação de João Soares com Elisa só dará em casamento a 5 de setembro de 1934, já Mário Soares tem quase 10 anos. O casamento fez-se na 7.ª conservatória do Registo Civil, com João Lopes Soares já desobrigado das insígnias de padre. A situação do marido ex-padre e da mulher divorciada impediam um casamento católico. No entanto, até ao fim da vida, João Lopes Soares manteve intacta a sua fé católica. Aliás, Mário Soares foi baptizado, tendo como madrinha Nossa Senhora – nasceu a 7 de dezembro, véspera do dia da Imaculada Conceição. Mas, apesar das instâncias do pai, que o queria educar catolicamente, Mário Soares recusou. Tinha 12, 13 anos quando o pai insiste com o filho para frequentar a catequese. Resistiu. Não casou pela igreja nem batizou os seus filhos, Isabel e João. ... 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

O CONDENADO

D.L.

(daqui)

"Em 1920 produzem-se três filmes, dois pela «Invicta Film» e outro pela «Lusa Film», produtora de Lisboa. ... o terceiro e a única produção de Lisboa desse ano era «O Condenado», cujo argumento fora extraído da peça, com o mesmo nome, de Afonso Gayo, sendo o filme dirigido pelo francês Mário Huguim.  No elenco artístico, contavam-se os nomes de Joaquim de Oliveira, no protagonista; Maria Sampaio, que fazia aqui a sua estreia no cinema; Joaquim Costa; Almada Negreiros, num papel de cínico; Joaquim de Albuquerque, entre outros. «O Condenado» agradou bastante na altura. " (daqui)