sábado, 6 de setembro de 2014

PRACETA ABRAÃO ZACUTO



"Judeu sefárdico, rabino, astrónomo, matemático e historiador que serviu na corte do Rei João II de Portugal. Foi em Leiria que Samuel e Abraão d'Ortas publicaram as suas famosas tabelas numéricas, o Almanach perpetuum. ..."  (daqui)

terça-feira, 2 de setembro de 2014

"Quase um Poema de Amor"


Na Rua da Graça, a dois passos da Praça Rodrigues Lobo, paredes-meias com o Largo Marechal Gomes da Costa, mesmo defronte do local onde, em tempos, Miguel Torga, ou melhor, o Dr. Adolfo Rocha teve o seu consultório, ergue-se a estátua de Afonso Lopes Vieira, esculpida em bronze por Mestre Joaquim Correia, a assinalar o local onde, em 26 Janeiro de 1878, nasceu o Poeta; da casa que ali existiu e foi seu berço, destruída por um incêndio em 1915, nada resta. Mas, aqui, resta um rastro, um eixo poético, que nasce na antiga R. da Água e se estende até à Pç. Rodrigues Lobo, eixo menor em que se inscreve o nome maior desses três Poetas portugueses, eixo que é "Quase um Poema de Amor"

Há muito tempo já que não escrevo um poema 
De amor. 
E é o que eu sei fazer com mais delicadeza! 
A nossa natureza 
Lusitana 
Tem essa humana 
Graça 
Feiticeira 
De tornar de cristal 
A mais sentimental 
E baça 
Bebedeira. 

Mas ou seja que vou envelhecendo 
E ninguém me deseje apaixonado, 
Ou que a antiga paixão 
Me mantenha calado 
O coração 
Num íntimo pudor, 
— Há muito tempo já que não escrevo um poema 
De amor. 

Miguel Torga, in 'Diário V'

domingo, 31 de agosto de 2014

Giríssimas!




Aposto que iam p'ró Entremuralhas...

Bem vi o Eça compor o monóculo, surpreendido com o inusitado cosmopolitismo aparentemente reinante nesta sua cidade  tão provinciana... Ora eça ! :)

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

"Saudades não as quero"

Um poema de Afonso Lopes Vieira, com música de Frederico de Brito, do repertório de Alcindo de Carvalho e interpretado pelo mesmo, para ouvir aqui

e na interpretação de Tiago Bettencourt

sexta-feira, 8 de agosto de 2014